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Trabalhar em nome dos outros não é uma tarefa simples. É preciso ter humildade e coragem. Humildade para correr atrás do que for necessário, aceitar as críticas e corrigir as falhas. É assim que se aprende a caminhar e a traçar novos desafios. Os erros são os pais da experiência quando bem aproveitados, e não apenas lamentados. Coragem para vislumbrar novas oportunidades, enfrentar as adversidades e buscar novas alternativas, sempre. É preciso ter coragem para defender uma posição, sabendo que impossível agradar a todos, e mesmo quando se chega à maioria é necessário ter cautela. O novo sempre assusta.
Projetos, às vezes simples, mas que envolvem mudanças radicais sempre serão mal-vistos. Pelo menos em um primeiro momento. Por isso, é preciso humildade para e defendê-los, ouvindo todas as opiniões possíveis e plausíveis e, coragem para concretizá-los. O Concurso Público da Câmara é um desses projetos. Assim, a transparência foi uma parceira na divulgação e captação de aliados para a aprovação da matéria.
Projetos inovadores como a Câmara Itinerante e a Escola de Cidadania também exigem doses de humildade e coragem. É preciso conquistar a confiança as comunidades e saber ouvi-las, também é necessário fazer os pares entenderem e acreditarem no projeto, fazendo-os participar das atividades. Assim, para alcançar o primeiro ponto tem que ter humildade e o segundo coragem, para enfrentar contratempos, ausências e críticas. Mas “tudo vale a pena quando a alma não é pequena” já dizia Fernando Pessoa. E lutar por uma sociedade melhor e mais consciente nunca é demais.
O trabalho é árduo, mas há de ser gratificante no final. Muito já avançamos e ainda há muito que caminhar. São muitos os projetos que precisam ser concluídos como o próprio Concurso da Câmara, a instalação do elevador na sede do Legislativo, dentre outras coisas. Tudo isso vai exigir ainda mais humildade e coragem. E é com prazer que vamos prosseguir nessa caminhada. |
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